05 Dicas de Leituras para Setembro
Pessoal, eu sempre vinha fazendo resenhas no início do mês sobre os lançamentos de livros do mês em curso. Hoje, vamos modificar um pouco. Independente de ser lançamento do mês, são livros sugeridos por amigos e amigas que amam a leitura. Vamos lá?
1) Em busca da verdade - Tânia Lopes
"Juan passara horas, dias, naquele hospital. Quando pensou que as coisas
começariam a clarear, foi golpeado pela notícia de que Fernanda estava
com amnésia. Sua vida se transformou em um verdadeiro caos. Como
prometera, faria de tudo para ter uma relação cordial com ela. O que
poderia esperar de si próprio era sustentar, com todas as forças, uma
distância emocional daquela mulher. Fernanda merecia, no mínimo, seu
desprezo. Embarque nesta conturbada história de amor. Em busca da
verdade vai revirar suas emoções."
2) Doce Imperfeição - LM Gomes
Pedro Castro tem a convicção de que nada além do hoje importa. Viver
intensamente da forma que lhe convém é sua principal regra, se prender é
perda de tempo. Dono de uma espontaneidade e sinceridade cortantes,
Pedro não está disposto a ceder. Seu único ponto fraco, é a família com a
qual seu irmão, Rafael Castro lhe presenteou. Visceral e extremamente
confiante, ele só não contava que seu maior desejo acabasse sendo o mais
difícil de realizar...
Adriana Vieira acredita na lei do retorno, que tudo é só uma questão de tempo. Sem perder o foco, ela se vê apaixonada pelo irmão do namorado de sua melhor amiga. Pedro aos seus olhos é a síntese perfeita de problema, uma revolução e contradição irresistíveis, uma doce imperfeição. Se agarrando ao seu amor próprio, ela quer provar para Pedro que nada é por acaso, que o mundo gira para todos e não há garantias de se manter no eixo, quando o caminho escolhido, é o amor.
Uma trégua, um caminho, e a descoberta de que o sentimento mais precioso acontece quando nos permitimos enxergar o perfeito dentro da imperfeição.
Adriana Vieira acredita na lei do retorno, que tudo é só uma questão de tempo. Sem perder o foco, ela se vê apaixonada pelo irmão do namorado de sua melhor amiga. Pedro aos seus olhos é a síntese perfeita de problema, uma revolução e contradição irresistíveis, uma doce imperfeição. Se agarrando ao seu amor próprio, ela quer provar para Pedro que nada é por acaso, que o mundo gira para todos e não há garantias de se manter no eixo, quando o caminho escolhido, é o amor.
Uma trégua, um caminho, e a descoberta de que o sentimento mais precioso acontece quando nos permitimos enxergar o perfeito dentro da imperfeição.
3) Amar é Crime - Marcelino Freire
Destaque da Festa Literária Internacional de Paraty 2015
Autor de contos e de um romance impactantes, que transformaram o autor em um dos mais celebrados escritores contemporâneos, Marcelino Freire traz, em Amar é crime, uma reunião de histórias em que o amor flerta com seu reverso: a dor, a morte, o mal.
Tudo se revela por meio de explosões e de palavras cortantes, sangrentas, no melhor estilo de Marcelino Freire. Marcados pela oralidade e pelo ritmo característicos do escritor pernambucano, os contos são uma mistura sonora entre ficção e repente, e têm o poder de trazer para o centro nobre da literatura personagens marginalizados, invisíveis em nossa sociedade.
Originalmente publicado em 2011 em pequena edição pelo coletivo artístico Edith, do qual Marcelino é um dos criadores, traz agora cinco contos novos, além de capa assinada por um dos mais respeitados artistas gráficos do país, Helio de Almeida.
• Marcelino Freire foi o destaque da primeira edição da Flip, em 2004, e logo depois tornou-se um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea com Contos negreiros (Editora Record, Prêmio Jabuti 2006).
• De sua autoria, a Record publicou ainda Rasif e o romance Nossos ossos (2013), finalista do prêmio Jabuti e vencedor do prêmio Biblioteca Nacional de melhor romance.
Autor de contos e de um romance impactantes, que transformaram o autor em um dos mais celebrados escritores contemporâneos, Marcelino Freire traz, em Amar é crime, uma reunião de histórias em que o amor flerta com seu reverso: a dor, a morte, o mal.
Tudo se revela por meio de explosões e de palavras cortantes, sangrentas, no melhor estilo de Marcelino Freire. Marcados pela oralidade e pelo ritmo característicos do escritor pernambucano, os contos são uma mistura sonora entre ficção e repente, e têm o poder de trazer para o centro nobre da literatura personagens marginalizados, invisíveis em nossa sociedade.
Originalmente publicado em 2011 em pequena edição pelo coletivo artístico Edith, do qual Marcelino é um dos criadores, traz agora cinco contos novos, além de capa assinada por um dos mais respeitados artistas gráficos do país, Helio de Almeida.
• Marcelino Freire foi o destaque da primeira edição da Flip, em 2004, e logo depois tornou-se um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea com Contos negreiros (Editora Record, Prêmio Jabuti 2006).
• De sua autoria, a Record publicou ainda Rasif e o romance Nossos ossos (2013), finalista do prêmio Jabuti e vencedor do prêmio Biblioteca Nacional de melhor romance.
4) Nunca o nome do menino - Estevão Azevedo
Romance do autor vencedor do prêmio São Paulo de literatura 2015
Como assegurar que não somos meros sonhos de um criador que desconhecemos, e por que confiar em sua existência? Partindo do dilema borgiano de uma mulher que se vê personagem de uma obra de ficção e de todas as reflexões que passa a ter em função disso, Estevão Azevedo alinhava sutilmente referências literárias que vão de Homero a Vinicius de Moraes, passando por Camus, João Cabral de Melo Neto e, sobretudo, Machado de Assis. O resultado é um romance metaliterário, que, em vez de se propor erudito, sugere um pacto lúdico ao leitor.
Como assegurar que não somos meros sonhos de um criador que desconhecemos, e por que confiar em sua existência? Partindo do dilema borgiano de uma mulher que se vê personagem de uma obra de ficção e de todas as reflexões que passa a ter em função disso, Estevão Azevedo alinhava sutilmente referências literárias que vão de Homero a Vinicius de Moraes, passando por Camus, João Cabral de Melo Neto e, sobretudo, Machado de Assis. O resultado é um romance metaliterário, que, em vez de se propor erudito, sugere um pacto lúdico ao leitor.
5) Ato de fé - 1 - Enganar um Deus - Wagner RMS
Esse último, eu mesma estou lendo e apreciando muito, pois não é o estilo de leitura que costumo ler, mas me faz lembrar de tantos filmes de ficção que já assisti na vida, uma volta ao passado de "Guerra nas estrelas" ou "Perdidos no espaço", não sei se vocês lembram desses filmes ou séries, mas eu lembro e estou rememorando com muito carinho neste livro do estimado Wagner.
Bacana as sugestões, Drica. Gostei especialmente de "Nunca o nome do menino"... vai pra lista infinita de leituras futuras, rs
ResponderExcluirAbraço!
Obrigada pela sua visita, minha amiga!
ResponderExcluirAbração!